
Conforme informações, de especialistas o
avanço recente no número de casos registrados no Brasil se dá pelo
aumento de virolência, ou seja, o vírus ficou mais agressivo, com ação
mais danosa. “Para combatê-lo não basta só vacinar, é preciso mudar os
hábitos também. Não são os sintomas que matam, e sim as
complicações, como pneumonia, insuficiência respiratória aguda e pouca
oxigenação do cérebro, a chamada hipoxia”.